Os comunistas, a defesa da Palestina e o combate ao fascismo em Israel
Recentemente, uma sede do Partido Comunista de Israel, em Umm al-Fahm, foi invadida pela polícia, que confiscou as bandeiras palestinas.
Os parlamentares do Maki (abreviatura do nome do Partido em hebraico) foram suspensos do parlamento israelense (Knesset) por denunciarem o genocídio, e seus líderes e militantes sofrem constantemente com ameaças e agressões.
Diante disso, surge uma pergunta inevitável: como resistem e atuam os comunistas israelenses em meio à barbárie do genocídio palestino e ao predomínio político do sionismo que age com a típica agressividade fascista?
Para responder a essa e a outras perguntas, o Partido Comunista do Brasil (PCdoB) e o Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (Cebrapaz) estão recebendo, no dia 16/05 (próximo sábado), Reem Hazzan, Secretária de Relações Internacionais do Partido Comunista de Israel. O debate é presencial e será realizado no auditório da sede do PCdoB, na rua Rego Freitas, 192 (República), das 15h às 17h30.
O evento é aberto a todos e todas que sejam solidários à Palestina ou que desejem, de forma honesta, conhecer melhor o assunto.
Sua presença será um importante gesto de solidariedade para com os comunistas israelenses, que sofrem toda sorte de coerção pela corajosa defesa da causa palestina e pelo tenaz combate ao criminoso Netanyahu.
